sexta-feira, 9 de setembro de 2011

O infinito somos nós.

         Ainda me pergunto muito sobre o quanto a finitude interfere na vida das pessoas. Acabo por sempre dormir no processo de pensamento-pré-sono. Hoje resisti!
         Enquanto vivemos o infinito somos nós! E só quando não mais estamos aqui, que somos finitos. Entende? Só percebemos nossa finitude quando vemos a finitude do outro tornarsse finita, de vez.
         Quando participamos ativamente e intensamente da nossa finitude, somos infinitos.
         Na verdade, não há nada infinito. Talvez por essa busca do que não tenha fim, final, finitude, tenha esse desejo tão marcado em mim.
         Mas volto a afirmar: somos, na nossa finitude, o infinito.
         Nós, e só nós, somos o infinito que procuramos em tudo. E contra as barreiras da finitude, só muito reconhecimento ao feito na finitude, pra tornar-nos infinitos a todos.
         No mais, o infinitos somos nós.



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